Já estava escurecendo decidi que era hora de sair daquela barbearia, olhei pelo balcão e vi que não havia nenhum morto vivo no caminho, todos eles já haviam abandonado a área, acho que conseguiria chegar até o prédio onde trabalhava e alcançar meu carro. Devagar fui saindo para a rua.
A visão era assustadora, corpos desmembrados por toda a parte, a destruição tinha se espalhado, corri para perto de uma das viaturas abandonadas pelos policiais e caída perto de uma delas vi algo interessante, um revolver abandonado provavelmente caiu de algum dos policiais mortos, porem o que realmente me interessava não estava lá, a chave da viatura, peguei a arma e conferi a quantidade de balas que tinha no tambor e infelizmente só tinham três.
Como não achei nenhuma chave nos corpos dos policias, não achei seguro ficar esperando que algumas daquelas coisas me achassem, peguei o revólver e entrei no prédio, mais sangue e mais corpos, passei por eles e entrei no elevador.
Chegando à garagem a porta se abriu e eu vi varias daquelas coisas devorando o que parecia ser uma pessoa e logo ao lado meu carro, tentei passar por traz dos outros carros em locais mais escuros, não sei se funcionaria mais era a melhor maneira, cheguei no meu carro, abri a porta e entrei, mas antes que eu pudesse fechá-la um deles segurou a porta e tentou me atacar, peguei meu revólver e foi direto na cabeça, um tiro de sorte que custou caro, acabei noticiando metade da cidade para o jantar, antes que algum deles chegassem mais perto eu fechei a porta, porem não consegui ligar o carro, vários deles estavam batendo no vidro.
Alguns socos depois um deles quebrou o vidro e começou a tentar me puxar pra fora do carro, logo depois alguns de seus amigos se uniram e tentaram me retirar, já não estava mais conseguindo me manter dentro do carro quando na última virada de chave ou por uma boa vontade da minha lata velha ele funcionou, sai da garagem atropelando e arrastando tudo que estivesse no caminho até chegar a cancela do estacionamento, outra coisa que atropelei.
Agora estava tudo mais tranqüilo eu estava saindo do centro e indo direto pra casa, iria encontrar Aline e íamos procurar um abrigo ou algum lugar seguro.
Cheguei em casa deixei o carro na entrada, nem me preocupei em fechá-lo, corri pra dentro e comecei a gritar por Aline mas não obtive resposta. Procurei em cada cômodo da casa mas ela não estava ali, sentei na cama e tentei ligar para o telefone dela porém só caia na caixa postal, estava tão nervoso de ligar e não ser atendido nesse momento que peguei o celular e o joguei na parede, atitude sem pensar, agora estava incomunicável. Na minha raiva ao entrar no quarto não havia percebido que na estante, ao lado da minha cama, havia uma carta de Aline que dizia:
“Amor, minha mãe me ligou dizendo que meu pai estava passando muito mau e ela pediu pra eu cuidar do Adam espero que você chegue logo.
Beijos Aline”
Minha mulher estava na casa da mãe dela que fica no centro da cidade, eu estava sem comunicação, só tinha duas balas num revolver e o pior tenho que voltar pra cidade.
ta bem interessante mesmo! so dou uma dica: tente parar em pontos que façam a pessoa ansiar pra saber oque acontece a seguir! tio muito escritor usa isso... sei la deixa um ponto que o leitor pensa: ferrou! o cara ta ferrado! como ele escapa dessa? po preciso0 saber isso e tals sacou?
ResponderExcluirvlw zoey, vo tentar fazer isso.
ResponderExcluirsua mulher ta morta cara, não volte por ela...
ResponderExcluirou melhor, morta-viva.
ahhhh e dai, tem preconceito com necrofilos >.<
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